A nossa passagem é sempre mais curta do que aquilo que gostaríamos. Embora poucos admitam um desejo de eternidade, muitos são os que acrescentariam, se pudessem, décadas de anos aos que lhes estão destinados a viver. E somente a sensação de que se viveu intensamente pode aliviar a dor do pensamento de morte/fim. Não, não se consome todo o desalento, o fim é algo que, não só na vida, nos transtorna e nos desassossega de forma inevitável. No entanto, a entrega cedida aos momentos e o vivenciar cada um intensamente são formas de amenizar as feridas do adeus - ou do medo dele. E são também posturas que em muito contribuem para a felicidade e satisfação pessoais.
é tão verdade aquilo que escreveste. A nossa postura contribui muito para aquilo que fazemos
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