sexta-feira, 12 de maio de 2017

O dia mais agridoce da minha vida

Houve um dia em que vi Coimbra de cima de um camião 
Houve um dia em que, trajada (porque me fazes bonita assim)
Te vi, Coimbra, em festa. 
E juro-te que foi o dia mais agridoce da minha vida. 
Subi ao carro e vi o início e o fim, em união 
Chama-se auge, acredito. 
E vi-te como a razão dos nossos sorrisos,
Das nossas amizades e... dos nossos amores. 
Ah, Coimbra! 
Sangro quando escrevo o teu nome.
Lamento pelos que só veêm em ti a boémia
E não percecionam a emoção que és. 
És tão mais que poesia que já desisti de tentar cantar-te. 
Mas, houve um dia, em que te vi
Seres o tudo e o nada 
Seres a alegria e a saudade 
Seres o início e o fim. 
Como és possível? 
Eu subi ao carro para te ver
Eu subi ao carro para te sentir
Para sentir a tua história, o peso da tua tradição 
Para saber e sentir que sou estudante de Coimbra 
Que faço parte de ti. 
E não imaginas como entram em erupção 
As minhas emoções quando canto 
"Coimbra é nossa e há-de ser até morrer"
Porque é mesmo isso. É mesmo assim. 
Até morrer, eu juro-te, haverá parte de mim
Que sangrará sempre que se fale no teu nome,
Coimbra. 

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